Desde julho de 2026, parte dos produtos brasileiros paga 25% (Seção 301) mais 12,5%, somando 37,5% para entrar nos EUA.
Segundo o MDIC, a sobretaxa somada atinge máquinas e equipamentos, madeira, calçados, móveis e confecções, entre outros.
Absorver a tarifa só com eficiência exigiria cortar cerca de 52% do custo de conversão, numa estrutura de custo típica.
Qualidade repetível e flexibilidade para trocar de produto e buscar outros mercados.
Câmbio, crédito à exportação e negociação comercial estão fora do chão de fábrica.
Calcule o payback com a tarifa permanente e com ela revogada. Siga só se fechar nos dois cenários.
O artigo de Hugo Ferreira traz o cálculo e as fontes.