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Empilhamento a seco redefine o futuro da mineração em Minas Gerais

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Empilhamento a seco redefine o futuro da mineração em Minas Gerais

Resumo estratégico

Minas Gerais atravessa uma transformação estrutural em seu modelo de mineração. Impulsionado por novas exigências regulatórias, avanços tecnológicos e maior pressão da sociedade, o setor acelera a substituição das barragens de rejeitos por soluções mais seguras e sustentáveis. O empilhamento a seco consolida-se como prática definitiva, reduzindo riscos socioambientais e abrindo espaço para maior automação, controle operacional e eficiência hídrica — pilares centrais da mineração do futuro.

Minas Gerais vive um momento decisivo na evolução da mineração. Após décadas de dependência das barragens de rejeitos — e depois de tragédias que marcaram o estado e o país — o setor avança de forma consistente rumo a um novo paradigma produtivo, baseado em segurança, sustentabilidade e tecnologia.

Nesse contexto, o empilhamento a seco de rejeitos surge como alternativa definitiva às barragens convencionais, eliminando estruturas de alto risco e reduzindo significativamente os impactos ambientais associados à atividade minerária.

Fim das barragens e avanço regulatório em Minas Gerais

A descaracterização das barragens, especialmente aquelas construídas pelo método de alteamento a montante, tornou-se prioridade em Minas Gerais. O movimento é impulsionado por legislações mais rigorosas, maior fiscalização dos órgãos ambientais e pressão direta da sociedade por operações mais responsáveis.

O objetivo é claro: retirar de operação estruturas que oferecem risco às comunidades, ao meio ambiente e à continuidade do negócio minerário.

Segundo dados do IGAM/MG (2023), as barragens cadastradas no estado estão distribuídas em 64 municípios, com forte concentração na região central e metropolitana, incluindo o Quadrilátero Ferrífero — uma das áreas mais sensíveis do ponto de vista geotécnico e ambiental.

Empilhamento a seco: tecnologia consolidada, não experimental

Entre as empresas que já operam alinhadas a esse novo modelo está a Cedro Mineração, que adotou o empilhamento a seco desde o início de suas operações. A tecnologia permite que os rejeitos sejam filtrados, desaguados e empilhados de forma compacta e estável, eliminando completamente a necessidade de barragens.

Além de ampliar a segurança operacional, o empilhamento a seco oferece ganhos relevantes, como:

  • Redução significativa do consumo de água

  • Menor ocupação de áreas

  • Maior previsibilidade geotécnica

  • Reabilitação mais rápida das áreas mineradas

  • Facilidade de automação e monitoramento contínuo

Esses benefícios tornam o método cada vez mais atrativo para operações que buscam eficiência operacional aliada à conformidade ambiental.

Tecnologia como eixo estratégico da mineração moderna

Para a Cedro Mineração, a escolha pelo empilhamento a seco vai além da conformidade regulatória. Trata-se de uma decisão estratégica.

“Mineração e segurança não podem caminhar separadas. Investir em tecnologia e processos mais seguros é investir no futuro de Minas Gerais”, destaca Wanderley Santo, Vice-presidente de Operações da Cedro Mineração.

Ele ressalta ainda que a tecnologia deixou de ser apenas suporte operacional e passou a ocupar papel central na estratégia do negócio. Soluções digitais, automação de processos, inteligência operacional e controle em tempo real permitem reduzir custos, aumentar a recuperação do minério e estender o horizonte produtivo das minas.

Esse movimento está totalmente alinhado com a visão da PMA Automação, que atua no desenvolvimento de soluções industriais integradas para mineração, conectando automação, dados, segurança operacional e eficiência energética.
Saiba mais sobre nossas soluções em automação industrial:
https://pmaautomacao.com/servicos/

Minério verde, eficiência hídrica e sustentabilidade

Outro diferencial relevante está no investimento em pellet feed, também conhecido como “minério verde”. Com baixos níveis de impurezas, esse insumo contribui para reduzir em até 50% as emissões de CO₂ na indústria siderúrgica, reforçando o papel da mineração na descarbonização da cadeia industrial.

Somado a isso, a Cedro Mineração reaproveita cerca de 85% da água utilizada em seus processos, evidenciando como tecnologia, engenharia de processos e automação são essenciais para a sustentabilidade do setor.

Empilhamento a seco não é risco zero

Embora consolidado, o empilhamento a seco não elimina totalmente os riscos operacionais. Estudos técnicos recentes, incluindo levantamentos de 2025, mostram que a segurança dessas estruturas depende de:

  • Monitoramento geotécnico contínuo

  • Sistemas de drenagem eficientes

  • Controle rigoroso de compactação

  • Manutenção preventiva

  • Licenciamento e governança técnica adequados

Falhas recentes em pilhas de rejeitos reforçam que empilhamento a seco exige gestão ativa, dados confiáveis e tecnologia aplicada, áreas onde soluções de automação e monitoramento avançado fazem toda a diferença.

Minas Gerais e o novo capítulo da mineração

Atualmente, Minas Gerais já contabiliza 732 pilhas de rejeitos e estéreis, que substituíram as barragens de alteamento a montante após sua proibição. Apesar disso, muitas dessas estruturas ainda carecem de regulamentação específica, o que amplia a importância de boas práticas técnicas e de engenharia.

O avanço do empilhamento a seco sinaliza uma mudança estrutural na mineração mineira, que passa a priorizar inovação, prevenção de riscos e desenvolvimento sustentável. Minas Gerais, berço histórico da mineração no Brasil, dá passos importantes para deixar as barragens no passado e construir um futuro mais seguro, eficiente e tecnológico.

Empilhamento a seco redefine o futuro da mineração em Minas Gerais

Resumo estratégico

Minas Gerais atravessa uma transformação estrutural em seu modelo de mineração. Impulsionado por novas exigências regulatórias, avanços tecnológicos e maior pressão da sociedade, o setor acelera a substituição das barragens de rejeitos por soluções mais seguras e sustentáveis. O empilhamento a seco consolida-se como prática definitiva, reduzindo riscos socioambientais e abrindo espaço para maior automação, controle operacional e eficiência hídrica — pilares centrais da mineração do futuro.

Minas Gerais vive um momento decisivo na evolução da mineração. Após décadas de dependência das barragens de rejeitos — e depois de tragédias que marcaram o estado e o país — o setor avança de forma consistente rumo a um novo paradigma produtivo, baseado em segurança, sustentabilidade e tecnologia.

Nesse contexto, o empilhamento a seco de rejeitos surge como alternativa definitiva às barragens convencionais, eliminando estruturas de alto risco e reduzindo significativamente os impactos ambientais associados à atividade minerária.

Fim das barragens e avanço regulatório em Minas Gerais

A descaracterização das barragens, especialmente aquelas construídas pelo método de alteamento a montante, tornou-se prioridade em Minas Gerais. O movimento é impulsionado por legislações mais rigorosas, maior fiscalização dos órgãos ambientais e pressão direta da sociedade por operações mais responsáveis.

O objetivo é claro: retirar de operação estruturas que oferecem risco às comunidades, ao meio ambiente e à continuidade do negócio minerário.

Segundo dados do IGAM/MG (2023), as barragens cadastradas no estado estão distribuídas em 64 municípios, com forte concentração na região central e metropolitana, incluindo o Quadrilátero Ferrífero — uma das áreas mais sensíveis do ponto de vista geotécnico e ambiental.

Empilhamento a seco: tecnologia consolidada, não experimental

Entre as empresas que já operam alinhadas a esse novo modelo está a Cedro Mineração, que adotou o empilhamento a seco desde o início de suas operações. A tecnologia permite que os rejeitos sejam filtrados, desaguados e empilhados de forma compacta e estável, eliminando completamente a necessidade de barragens.

Além de ampliar a segurança operacional, o empilhamento a seco oferece ganhos relevantes, como:

  • Redução significativa do consumo de água

  • Menor ocupação de áreas

  • Maior previsibilidade geotécnica

  • Reabilitação mais rápida das áreas mineradas

  • Facilidade de automação e monitoramento contínuo

Esses benefícios tornam o método cada vez mais atrativo para operações que buscam eficiência operacional aliada à conformidade ambiental.

Tecnologia como eixo estratégico da mineração moderna

Para a Cedro Mineração, a escolha pelo empilhamento a seco vai além da conformidade regulatória. Trata-se de uma decisão estratégica.

“Mineração e segurança não podem caminhar separadas. Investir em tecnologia e processos mais seguros é investir no futuro de Minas Gerais”, destaca Wanderley Santo, Vice-presidente de Operações da Cedro Mineração.

Ele ressalta ainda que a tecnologia deixou de ser apenas suporte operacional e passou a ocupar papel central na estratégia do negócio. Soluções digitais, automação de processos, inteligência operacional e controle em tempo real permitem reduzir custos, aumentar a recuperação do minério e estender o horizonte produtivo das minas.

Esse movimento está totalmente alinhado com a visão da PMA Automação, que atua no desenvolvimento de soluções industriais integradas para mineração, conectando automação, dados, segurança operacional e eficiência energética.
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Minério verde, eficiência hídrica e sustentabilidade

Outro diferencial relevante está no investimento em pellet feed, também conhecido como “minério verde”. Com baixos níveis de impurezas, esse insumo contribui para reduzir em até 50% as emissões de CO₂ na indústria siderúrgica, reforçando o papel da mineração na descarbonização da cadeia industrial.

Somado a isso, a Cedro Mineração reaproveita cerca de 85% da água utilizada em seus processos, evidenciando como tecnologia, engenharia de processos e automação são essenciais para a sustentabilidade do setor.

Empilhamento a seco não é risco zero

Embora consolidado, o empilhamento a seco não elimina totalmente os riscos operacionais. Estudos técnicos recentes, incluindo levantamentos de 2025, mostram que a segurança dessas estruturas depende de:

  • Monitoramento geotécnico contínuo

  • Sistemas de drenagem eficientes

  • Controle rigoroso de compactação

  • Manutenção preventiva

  • Licenciamento e governança técnica adequados

Falhas recentes em pilhas de rejeitos reforçam que empilhamento a seco exige gestão ativa, dados confiáveis e tecnologia aplicada, áreas onde soluções de automação e monitoramento avançado fazem toda a diferença.

Minas Gerais e o novo capítulo da mineração

Atualmente, Minas Gerais já contabiliza 732 pilhas de rejeitos e estéreis, que substituíram as barragens de alteamento a montante após sua proibição. Apesar disso, muitas dessas estruturas ainda carecem de regulamentação específica, o que amplia a importância de boas práticas técnicas e de engenharia.

O avanço do empilhamento a seco sinaliza uma mudança estrutural na mineração mineira, que passa a priorizar inovação, prevenção de riscos e desenvolvimento sustentável. Minas Gerais, berço histórico da mineração no Brasil, dá passos importantes para deixar as barragens no passado e construir um futuro mais seguro, eficiente e tecnológico.

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