Mercado industrial: tombo surpreende, mas 2026 tende a ser um ano de ajuste e eficiência
Resumo estratégico
A retração recente da indústria brasileira chamou a atenção do mercado, indicando fragilidades estruturais que ainda persistem. Apesar disso, as projeções para 2026 apontam um cenário “menos pior”, com sinais graduais de recuperação impulsionados por investimentos em eficiência operacional, automação industrial e modernização de plantas produtivas. Para as indústrias, o momento exige decisões técnicas mais assertivas e foco em produtividade.
Indústria brasileira enfrenta queda acima do esperado
Os dados mais recentes do mercado industrial indicaram um tombo inesperado na produção, reforçando um ambiente de cautela para o setor. A desaceleração da demanda interna, o crédito mais restrito e os custos operacionais elevados continuam pressionando a indústria brasileira, especialmente nos segmentos de transformação e bens de capital.
Esse movimento surpreendeu analistas e empresários, que esperavam uma estabilidade maior no início do ciclo de retomada. Ainda assim, especialistas apontam que o pior momento pode ter ficado para trás, abrindo espaço para uma recuperação gradual ao longo de 2026.
2026: um cenário “menos pior”, mas longe do ideal
As projeções indicam que 2026 deve ser um ano de transição para a indústria. A recuperação esperada não será suficiente para recolocar o setor em um patamar sólido de crescimento, mas tende a trazer maior previsibilidade e redução de oscilações bruscas.
Nesse contexto, empresas que investirem em automação industrial, engenharia elétrica robusta e digitalização de processos terão vantagem competitiva. A busca por eficiência passa a ser prioridade, substituindo estratégias de expansão acelerada por decisões mais técnicas e sustentáveis.
Automação como resposta à pressão por produtividade
Diante de margens mais apertadas e necessidade de controle de custos, a automação industrial surge como um dos principais caminhos para atravessar esse período de ajuste. Soluções bem projetadas permitem:
Redução de paradas não programadas
Maior confiabilidade elétrica e operacional
Otimização do consumo energético
Aumento da produtividade com menos desperdícios
Maior segurança para pessoas e equipamentos
É nesse cenário que projetos de engenharia bem estruturados deixam de ser apenas um diferencial e passam a ser uma necessidade estratégica.
O papel da engenharia elétrica e automação no novo ciclo industrial
A retomada gradual prevista para 2026 tende a favorecer empresas que anteciparem investimentos em modernização. Sistemas elétricos confiáveis, painéis bem dimensionados, automação integrada e acionamentos eficientes contribuem diretamente para uma operação mais estável, preparada para responder rapidamente às mudanças do mercado.
Na PMA Automação, atuamos exatamente nesse ponto crítico: desenvolvendo soluções completas em engenharia elétrica, automação e controle industrial, sempre com foco em segurança, desempenho e facilidade de manutenção.
Como a PMA Automação apoia a indústria nesse cenário
Em um ambiente econômico desafiador, decisões técnicas corretas fazem toda a diferença. A PMA Automação oferece:
Projetos elétricos industriais conforme normas técnicas
Montagem e comissionamento de painéis elétricos
Automação de processos industriais
Integração de sistemas e acionamentos
Suporte técnico especializado para modernização de plantas
Nosso objetivo é ajudar a indústria a operar com mais eficiência hoje, preparando o caminho para um crescimento sustentável amanhã.
Fale com nossos especialistas e descubra como a automação pode tornar sua operação mais eficiente mesmo em cenários desafiadores:
https://pmaautomacao.com/contato
Comente, compartilhe e deixe sua opinião nos comentários! Sua participação é essencial para enriquecer o debate
Por Redação
A Associação para o Desenvolvimento da Indústria Mineral Brasileira (ADIMB) organizou uma missão internacional à Austrália com foco na participação no IMARC 2025 – International Mining and Resources Conference & Expo, um dos mais relevantes eventos globais do setor mineral. A iniciativa teve como objetivo promover a integração entre empresas, investidores e instituições, além de acompanhar de perto as principais tendências, tecnologias e debates estratégicos que vêm moldando o futuro da mineração mundial.
A programação da missão foi estruturada pela ADIMB em parceria com entidades institucionais, empresas do setor mineral e apoiadores estratégicos, fortalecendo o intercâmbio técnico, institucional e comercial entre Brasil e Austrália — dois países com papel estratégico nas cadeias globais de minerais críticos e para a transição energética.

Delegação brasileira reuniu executivos de empresas que atuam no Brasil.
A delegação brasileira reuniu empresas de mineração, companhias de exploração, grupos industriais, fornecedores de serviços geológicos e instituições públicas, refletindo a diversidade e a solidez do setor mineral nacional. Entre os participantes estiveram Ígnea Geologia & Meio Ambiente, Terra Goyana, Anglo American, Vale, Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Serabi Mineração, Alvo Minerals, Brazil Iron, além da Future Mineral Insights e de representante do Government of Victoria, que participaram de agendas institucionais e técnicas ao longo da missão.
Durante a agenda, os participantes tiveram acesso a uma imersão completa no ecossistema global da mineração, com visitas técnicas a centros de pesquisa, projetos em operação e empresas de tecnologia, participação em painéis especializados, rodadas de negócios e encontros com líderes empresariais, investidores e autoridades governamentais. As discussões abordaram temas estratégicos como minerais críticos, inovação tecnológica, sustentabilidade, ESG, transição energética, segurança jurídica e financiamento.

Simpósio de Exploração Mineral que acontece em Ouro Preto, em maio foi divulgado para comunidade internacional de mineração.
A participação no IMARC 2025 permitiu à delegação brasileira acompanhar de perto os principais debates sobre o futuro da mineração e ampliar o diálogo com empresas e instituições internacionais, em um ambiente voltado à cooperação, inovação e desenvolvimento de parcerias.
Luiz Curado, membro do Conselho Superior da ADIMB avalia que a iniciativa reforça a importância da presença institucional brasileira em fóruns internacionais, ampliando o diálogo com mercados consolidados e promovendo a troca de conhecimento e boas práticas no setor mineral.
Curado destaca que ao liderar a missão, a ADIMB promove a integração entre atores públicos e privados e a construção de pontes com os principais polos globais da mineração. A iniciativa também evidencia a importância de uma atuação coordenada para fortalecer a presença do Brasil nas cadeias globais de suprimento mineral e ampliar sua competitividade no mercado internacional.
Para Giancarlo Silva, CEO da Ígnea Geologia & Meio Ambiente, participar da missão brasileira à Australia mostrou que o setor caminha para uma integração profunda entre as métricas de ESG e a resiliência dos negócios. E uma oportunidade para discutir soluções para desafios mundiais, priorizando a excelência operacional e a digitalização como motores essenciais de eficiência.
“Participar deste fórum foi fundamental para alinhar nossa atuação aos padrões internacionais e volto da Austrália com insights valiosos para aprimorar nossas estratégias no Brasil. Nosso objetivo é aplicar essas melhores práticas globais para elevar o rigor técnico e a produtividade nos projetos de nossos clientes, garantindo que a mineração nacional avance com responsabilidade e alta tecnologia”.
Giancarlo Silva – CEO da ígnea



